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Onde quer que você vá, germes e bactérias o cercam, assim porquê o temor de porquê eles podem prejudicá-lo. A mídia está saturada de histórias sensacionais sobre os germes ocultos em quartos de hotel e a prenúncio cada vez mais invasiva de vírus estranhos e exóticos, até mesmo com risco de vida. Ficamos obcecados por germes e bactérias, mas as bactérias estão por toda segmento – ao nosso volta e dentro de nós. E embora saibamos que nem todas as bactérias são nocivas, procuramos incessantemente eliminá-las … que se danem as consequências!

Rastejando: Porquê as sementes de germafobia foram semeadas

Nossa preocupação pátrio por germes e bactérias pode ter começado já na Guerra Social, mas parece ter se enraizado nas primeiras campanhas de saúde pública da cidade de Novidade York. Com o chegada da água potável e dos novos sistemas de esgoto, surgiu um novo nível de consciência sobre a valimento da Desentupidora São José e da boa higiene, muito porquê as ameaças ocultas à saúde que surgem em condições sujas e anti-higiênicas.

Muitas de nossas crenças sobre germes e doenças podem ter sido alimentadas pelo trabalho de Pierre Bechamp e, mais tarde, de Louis Pasteur. Pasteur é muito sabido porquê o investigador que nos trouxe a “Teoria dos Germes” e nos levou a crer que os germes do mundo exterior invadem nossos corpos e “causam” doenças, por isso temos que matá-los antes que nos matem. Em uma reviravolta irônica, acontece que Pasteur plagiou segmento do trabalho de Bechamp, que demonstrou que é o “terreno” (ou seja, o envolvente dentro de seu corpo) que importa mais do que os próprios germes. Pasteur distorceu o trabalho de Bechamp e fez seu nome ao declarar que era o contrário. Enquanto estava deitado em seu leito de morte, ele admitiu que Bechamp estava patente quando disse “O micróbio não é zero, o terreno é tudo.”

A proliferação da “teoria dos germes” de Pasteur, combinada com o sucesso das primeiras campanhas de saúde pública, eventualmente deu origem a uma novidade geração de produtos de Desentupidora São José doméstica, produtos de higiene pessoal e drogas destinadas a matar bactérias e germes. A extensa pesquisa de Juliann Sivulka, apresentada em Stronger than Dirt: A Cultural History of Advertising Personal Hygiene in America, sugere que segmento da publicidade “antimicrobiana” começou em 1875 e continuou muito ao longo do século XX.

Sem qualquer orientação sobre porquê levar uma vida mais saudável e fortalecer nosso sistema imunológico para mourejar melhor com os desafios biológicos que podemos encontrar, cada vez mais passamos a descrever com produtos antibacterianos (e potencialmente tóxicos) porquê água sanitária, amônia, álcool isopropílico e mais recentemente, desinfetantes para as mãos e sabonetes antibacterianos, para amenizar nossos temores. Muitos desses produtos agora contêm ingredientes preocupantes porquê o Triclosan, um derivado do agente laranja, do qual uso excessivo está criando novas cepas resistentes de bactérias ou “Super Bugs”. Ironicamente, esses super insetos representam uma prenúncio ainda maior à nossa capacidade futura de resistir a infecções e doenças, o que levanta a questão: nosso temor de germes realmente está nos ajudando ou poderia estar inadvertidamente nos prejudicando? Conhecendo a gênese de nossa “germafobia”, não é difícil ver porquê o trabalho de um investigador mal orientado coincidiu com interesses comerciais maiores para nos levar a nascente ponto.

Germafobia: o bom, o mau e o mal-parecido

Não há incerteza de que existem bactérias nocivas que podem deixá-lo muito doente ou até mesmo matá-lo – as cepas de SARS e Gripe Suína são as ameaças mais recentes que vêm à mente. Mas não podemos permitir que nossos medos em relação a esses vírus nos ceguem para o dano potencial que advém da tentativa de matar todos os germes e bactérias (reais ou imaginários). Ou, mais especificamente, qual é o preço oculto que pagamos quando usamos um resultado ou tomamos um medicamento projetado para matar bactérias “más”, mas que também mata bactérias “boas” no processo?

Nossos intestinos estão carregados de bactérias “boas” (flora intestinal) que ajudam a quebrar os víveres para que o corpo possa fazer uso de seus nutrientes. Muitas das bactérias “boas” em seu trato estomacal também o protegem de venenos em víveres e outras infecções, porquê infecções por fungos, que se desenvolvem com o excesso de açúcar em seu tripa. Quando você tem uma infecção (porquê uma infecção da varíola ou do trato respiratório superior), os antibióticos que seu médico prescreve matam as bactérias boas e as más. Embora você possa se livrar de um problema, ao matar as bactérias “boas”, você pode ter outro problema. As mulheres costumam ter uma infecção por fungos porquê resultado direto da ingestão de antibióticos para outras infecções. Em seguida, eles recebem um antibiótico dissemelhante para resolver esse problema e o ciclo se perpetua. Ou, porquê costuma ser o caso, a quesito desaparece somente para retornar meses ou mesmo anos depois.

Esse fenômeno, quando realizado em grande graduação, pode ter consequências significativas, porquê foi o caso em 2007, quando houve um grande surto de infecções por estafilococos resistentes a medicamentos. Embora esse seja um problema estável em hospitais, era vasqueiro ver um surto dessa magnitude em escolas e até mesmo nos vestiários de equipes esportivas profissionais. Graças ao nosso uso incessante de antibióticos, essa cepa bacteriana tornou-se imune ao que antes era usado para matá-la. O resultado? A cada ano, nos Estados Unidos, perdemos quase 18.000 pessoas com esse tipo de infecção. Ironicamente, parece que a única tratamento é aumentar o ciclo criando antibióticos mais fortes (e teoricamente melhores).

A boa notícia é que a ciência está começando a reconhecer que fomos longe demais com os antibióticos e está estudando o uso de alternativas vegetais mais suaves e seguras. O óleo precípuo da árvore do chá, com suas fortes propriedades antibacterianas e antifúngicas, mostrou-se promissor em vários estudos diferentes porquê uma forma segura e eficiente de matar as bactérias “más” sem destruir as “boas”. É amplamente utilizado na Austrália (onde cresce em exuberância) para tratar com sucesso doenças porquê infecções por fungos e pé de desportista.

Em seu livro “Life Helping Life”, o Dr. Daniel Penoel, um renomado perito em aromaterapia médica, aponta que o óleo da árvore do chá (Melaleuca alternifolia) tem grande potencial porquê agente antibacteriano, mas é dissemelhante dos antibióticos convencionais porque ataca somente bactérias destrutivas. Ele foi “criado da vida para ajudar a vida”, logo sabe o que fazer. Outros óleos essenciais que se mostram promissores no tratamento de infecções bacterianas incluem tomilho, orégano e cravo. E vários outros óleos essenciais com suas propriedades antivirais foram identificados porquê fortes defensores do sistema imunológico. Para colocar as coisas em perspectiva, estudar o uso de óleos essenciais no tratamento de doenças e enfermidades é uma segmento obrigatória do currículo nas escolas de medicina na França, indicando sua validade porquê selecção legítima.

O mundo está inegavelmente pleno de bactérias. Tanto a medicina moderna quanto a sociedade há muito ultrapassaram os limites das práticas sensatas em suas respectivas abordagens para mourejar com elas. Somente dando um passo para trás e adotando francamente alternativas naturais será provável mudar com sucesso a maré de infecções resistentes a antibióticos que nos ameaçam hoje.

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